O Projeto Rádio Maria originou-se como uma resposta a um chamado de Maria.Certamente não é uma coincidência que entre as centenas de emissoras paroquiais e diocesanas italianas, aquela que foi transformada num certo momento e se tornou uma luz guia para a Evangelização, leva o nome de Maria. De fato, a Nossa Senhora não é a “Estrela da Evangelização”, como João Paulo II dizia na oração que escreveu para a Rádio Maria? Não se pode entender a Rádio Maria se não se percebe a sua natureza profundamente mariana. Esta não é apenas uma simples devoção a Nossa Senhora, que é a herança de todo bom cristão. Baseado no ensejo e no exemplo da Rádio Maria, outras emissoras católicas também incluíram o rosário na sua programação. Todavia, Rádio Maria se caracterizou como uma rádio Mariana, por razões muito mais profundas e essenciais. A Virgem Maria foi percebida, não só por aqueles que trabalham na área, mas também pela família cada vez maior de ouvintes, como uma presença maternal, viva e efetiva, que tem acompanhado o caminho para a maturidade e difusão da nossa emissora de rádio. É graças ao amor à Nossa Senhora, que floresceu o fenômeno admirável do voluntariado, que tem chamado inúmeras pessoas a dar seu apoio generoso e gratuito. Pelo amor de Nossa Senhora os ouvintes financiaram primeiramente a expansão em todas as regiões da Itália e em seguida nas diversas nações do mundo. O milagre do crescimento espiritual e da propagação da Rádio Maria nos vários continentes, seria incompreensível sem o amor de seus filhos pela terna Mae. A presença de Nossa Senhora, solícita e silenciosa ao mesmo tempo, tem guiado a difícil navegação no oceano imenso do éter, tornando Rádio Maria, uma pequena e humilde serva da Igreja. Com este instrumento pequeno e recursos humanos esparsos, não há dúvida de que a Nossa Senhora em todos estes anos tem despertado a oração, protegido a fé, chamado aqueles que estão distantes, consolado os que sofrem, apoiado as famílias, guiado os jovens e espalhado alegria e paz em incontáveis corações. Quando as pessoas simples afirmam que a Rádio Maria é a “Radio da Nossa Senhora” elas simplesmente querem testemunhar que eles têm a rádio como um presente de Seu amor maternal. Após a estrada percorrida, se olharmos para trás, como não ver a Rádio Maria um projeto admirável da Mãe de Deus, o qual somos chamados a criar e a desenvolver com a nossa resposta generosa? Cada Rádio Maria que é criada deve ser uma resposta de amor à Maria. É a presença viva de Maria nos corações dos diretores, começando com o do padre diretor, que é a real garantia de uma perseverança fértil. Desde o início Rádio Maria não se definiu como um grupo ou um movimento em particular, embora de inspiração católica, mas como um serviço à Igreja. É uma iniciativa de católicos potencialmente aberta a toda a realidade eclesiástica em sua complexidade e diversidade de carismas. A Associação Rádio Maria, que representa a propriedade da rádio e protege sua identidade e carisma original, é formada de católicos, padres e leigos, monges e freiras, que vêm das mais diversas realidades eclesiais. O mesmo pode ser dito dos administradores da rádio em vários níveis, bem como dos apresentadores dos programas e do vasto grupo de voluntários. O importante é que eles percebam o espírito da Rádio Maria e se deixem permear. Nossa Senhora, Mãe da Igreja, não pode deixar de infundir um autêntico “sentire cum Ecclesia” em seus filhos. A caracterização da Rádio Maria como uma rádio de serviço eclesiástico envolve, antes de tudo, uma fé sólida nos ensinamentos da Igreja, especialmente do Santo Padre, não só no que diz respeito aos ensinamentos da fé e da moral, mas também no que diz respeito às orientações pastorais fundamentais. A Rádio Maria não só opera em sintonia com a Igreja, mas sente-se comprometida com a promoção de uma comunhão cada vez mais profunda. Isso ela faz especialmente com transmissões de orações das diversas paróquias e realidades eclesiásticas com a promoção em seus programas do diálogo, compreensão e amor à Igreja. A mesma Família Mundial da Rádio Maria deve ser vivida sempre mais como um exemplo concreto de comunhão eclesiástica. Como compartilhar essa presença viva de Maria e colocá-la ao serviço dos ouvintes? Como fazer a população dos céus participar ativamente na riqueza da fé e nos frutos diários de conversão se eles sempre consideraram os meios de comunicação e, principalmente a rádio, como um meio de entretenimento ou de mera informação?

 

 

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